N5 — Repositórios reais
TL;DR
Até aqui, todo repositório se comportou: cabia num clone, era autossuficiente, tinha uma história limpa. Este nível trata dos outros — os que não cabem (clone parcial, sparse-checkout, LFS), os que dependem de outros (submódulos, subtrees), os que precisam ser operados (migrar de SVN, dividir, fundir) e os que precisam conversar com o pipeline (o que a CI espera do repositório).
É o nível de quem herda projeto, e por isso ele é o vizinho mais próximo do ofício de trabalhar com legado. As decisões aqui são quase todas irreversíveis ou caras de reverter — daí o peso em “quando NÃO fazer”.
As 4 notas
| # | Nota | Para quando |
|---|---|---|
| 27 | Monorepo e polyrepo | o clone demora, o repositório tem gigabytes, ou você precisa decidir quantos repositórios ter |
| 28 | Submódulos e subtrees | um repositório precisa conter outro |
| 29 | Cirurgia de repositório | migrar de SVN, dividir um monólito, fundir dois repositórios |
| 30 | CD e GitOps | o pipeline se comporta diferente da sua máquina |
Estado (2026-07-31): escrita completa — 4/4 notas. Falta enriquecimento de mídia (M1). Ver o roadmap do nível.
Veja também
- Controle de Versão — o domínio e os 7 níveis
- N4 — Quando dá errado — o nível anterior; a nota 29 usa as ferramentas de lá
- Operação — a nota 30 para na fronteira dela