IA — Formação Engenheiro de IA

Em 2026, IA deixou de ser especialização e virou literacia básica para qualquer senior dev. Coding agents fazem parte do dia a dia em times sérios; features de IA aparecem em praticamente todo projeto novo. Este domínio é a formação completa — programa estruturado de 10 trilhas atomizadas + 4 sendas transversais que cobrem desde “o que é um LLM” até “como construir MCP server seguro e passar em auditoria de EU AI Act”. Cada trilha é independente e completa; juntas, formam a stack de competências que diferencia engenheiros que usam IA dos que dominam IA.

Como usar este portal

  • Sequencial se está começando do zero — segue ordem dos módulos
  • Por senda se já tem base — Praticante / Arquiteto / Líder Técnico / Open Source
  • Por tópico se busca solução concreta — pule para a trilha relevante
  • Por overview se quer panorâmica — leia este index inteiro (~30 min)

Pré-requisitos

Engenheiro de software atuante. Não exige expertise prévia em IA — Trilha 1 começa do zero. Já trabalha com IA? Pule para a senda que melhor encaixa no seu papel.

O que é IA — overview

Inteligência Artificial é o campo que desenvolve sistemas capazes de realizar tarefas que historicamente requeriam inteligência humana. Em 2026, quando alguém diz “IA”, normalmente está falando de Generative AI baseada em Large Language Models — mas isso é a ponta de um iceberg.

Para um senior fullstack, IA atua em três eixos:

  1. IA como ferramenta de produtividade — Usar ferramentas como Copilot, Claude Code, Cursor, ChatGPT e Gemini para desenvolver software mais rápido e com qualidade. Coding agents, autocomplete, code review, geração de testes — tudo isso é parte do kit básico.
  2. IA como feature de produto — integrar LLMs via API em aplicações: chatbots, classificadores, RAG, agents especializados. Quase todo projeto novo sério tem alguma feature de IA, e o engenheiro de IA é quem projeta a arquitetura dessa integração, escolhe modelos, define o pipeline de contexto, e garante que a feature seja robusta e escalável.
  3. IA como infraestrutura — escolher modelos, gerenciar custos, observabilidade, evaluation, segurança, governance. LLMs são dependências estocásticas com saídas não tipadas — sem disciplina operacional, o risco de falhas catastróficas é alto.

Você não precisa ser ML engineer. Precisa ser fluente o suficiente para conversar com data scientists, tomar decisões de arquitetura em features com IA, e não ser enganado por buzzwords.

Hierarquia dos conceitos

Inteligência Artificial (campo amplo, 1950+)

├── Rule-Based Systems (IA simbólica clássica)
│   └── Expert Systems, lógica formal

└── Machine Learning (aprender com dados, anos 80+)

    ├── Supervised Learning (entrada + label)
    │   ├── Classification: spam, imagem, sentimento
    │   └── Regression: prever preço, idade, demanda

    ├── Unsupervised Learning (sem labels)
    │   ├── Clustering: segmentação de usuários
    │   ├── Dimensionality reduction: PCA, t-SNE
    │   └── Anomaly detection: fraude

    ├── Reinforcement Learning (recompensa via ação)
    │   └── AlphaGo, robótica, RLHF em LLMs

    └── Deep Learning (redes neurais profundas, 2012+)

        ├── CNNs — visão computacional
        ├── RNNs/LSTMs — sequências (obsoletos p/ texto)
        ├── Transformers (2017) — revolução
        │   │
        │   └── Generative AI (2020+)
        │       ├── LLMs — GPT, Claude, Gemini, Llama
        │       ├── Diffusion — DALL-E, Stable Diffusion, Sora
        │       └── Multimodal — GPT-4o, Claude 4, Gemini 2.5

        └── Embeddings — representação vetorial

Conceitos fundamentais cobertos em deep dive

Tipos de aprendizado, training/validation/test, overfitting, métricas (precision, recall, F1), tokens e embeddings, context window, temperature/sampling, pretraining→SFT→RLHF, fine-tuning vs RAG vs prompting, transformer e attention — tudo coberto em Anatomia dos LLMs (Trilha 1).

Glossário

Você poderá usar op Dicionário de IA para adicionar items ao glossário e para referenciar esses items: Ex: LSTM

O que diferencia um senior em IA

As 10 marcas de senioridade

  1. Entende a hierarquia IA → ML → DL → GenAI → LLMs e sabe em qual nível um problema vive. Nem tudo que parece “IA” precisa de LLM.
  2. Pensa em economia de tokens e latência como pensa em queries SQL. Prompt eficiente, caching, modelo certo, batch vs streaming.
  3. Sabe quando NÃO usar LLM. Classificação simples com regex, regras de negócio determinísticas, validação — LLM é overkill.
  4. Distingue prompt engineering, context engineering, RAG e fine-tuning — escolhe a ferramenta certa antes de escrever código.
  5. Trata outputs de LLM como input não confiável — valida, testa, tem fallback, não confia em JSON “parece certo”.
  6. Entende limitações reaisalucinação, knowledge cutoff, context rot, não-determinismo — e desenha sistemas que sobrevivem a elas.
  7. Pratica evaluation sistemática. Golden sets, regression tests, métricas — não “rodei 5 testes manuais”.
  8. Pensa em segurança: prompt injection, data leakage, PII em logs, jailbreaks, supply chain (slopsquatting).
  9. Domina pelo menos uma stack a fundo (Claude Code + MCP + skills) em vez de ser “ok em tudo, expert em nada”.
  10. Sabe explicar em inglês claro para stakeholders: trade-offs de custo, risco, acurácia, latência.

Visão geral — 10 trilhas

graph TB
    M1["📐 1. Anatomia dos LLMs<br/>(17 notas)"]
    M2["🤖 2. Anatomia de Agents<br/>(9 notas)"]
    M3["💻 3. Agentes de Codificação<br/>(18 notas)"]
    M4["💰 4. Economia de Tokens<br/>(20 notas)"]
    M5["🌍 5. Context Engineering<br/>(16 notas)"]
    M6["📋 6. Spec-Driven Development<br/>(12 notas)"]
    M7["🛡️ 7. Segurança e Guardrails<br/>(12 notas)"]
    M8["🧠 8. Memória de Agentes<br/>(24 notas)"]
    M9["🔍 9. RAG e Vector Databases<br/>(13 notas)"]
    M10["🔌 10. MCP<br/>(10 notas)"]

    M1 --> M2
    M2 --> M3
    M1 --> M5
    M3 --> M4
    M3 --> M6
    M3 --> M7
    M5 --> M8
    M5 --> M9
    M3 --> M10
    M9 -.complementa.-> M5
    M10 -.complementa.-> M2

Setas sólidas = pré-requisito recomendado. Tracejadas = relação complementar. 10 módulos formam o programa completo.

Os 10 módulos

Núcleo da formação (sequencial)

Trilha 1 — Anatomia dos LLMs (17 notas)

“Antes de orquestrar agentes, entenda os blocos.”

Tokens, atenção, modelos em produção (incluindo chineses), APIs, pricing, reasoning, treino (pretraining/SFT/RLHF), evaluation, fine-tuning vs RAG, futuro.

Quando ler: sempre. É o alicerce.

Trilha 2 — Anatomia de Agents (9 notas)

“Agents são LLM + tools + loop com autonomia.”

O que define agent (vs chat, RAG, workflow), loop ReAct, native tool use, design de tools, memory, planning, multi-agent, frameworks 2026, patterns canônicos, evaluation.

Quando ler: após Trilha 1. Fundamentos genéricos antes de coding agents específicos.

Trilha 3 — Agentes de Codificação (18 notas)

“De autocomplete a agentes autônomos — o panorama das ferramentas.”

Filosofia (vibe vs disciplina, comprehension gate), os players (Cursor, Claude Code, Copilot, Windsurf, Devin, Gemini CLI), open source (OpenCode, Aider, modelos chineses), workflows (AGENTS.md, MCP, multi-agent, benchmarks).

Quando ler: após Trilhas 1-2. Onde a teoria vira prática diária.

Aprofundamento

Quer ir além do overview comparativo? Trilha Claude Code cobre em profundidade: mental model, configuração, hooks, skills/MCP, workflows e automação em 6 galhos (~50 notas).

Trilha 4 — Economia de Tokens (20 notas)

“Cada token custa dinheiro — entenda como gastar menos sem perder qualidade.”

Em 5 blocos: o problema, reduzir input (caching, pruning, compression, compaction), arquitetura econômica (routing, sub-agents, semantic cache, batch), output (concisas, thinking budget), governança (orçamento, auditoria, ROI, playbook, planos, futuro).

Quando ler: após Trilha 3 — para parar de queimar dinheiro.

Trilha 5 — Context Engineering (16 notas)

“A disciplina que substituiu prompt engineering.”

Em 5 blocos: fundamentos (context rot, 4 pilares), arquitetura (pipelines, camadas, JIT retrieval, compressão), memória e estado (self-editing, multi-agent, structured files, AGENTS.md), produção (guardrails, entropia, setup), prompting e skills (técnicas, SKILL.md marketplace).

Quando ler: após Trilha 1, paralelo a Trilhas 2-3. Karpathy: “the load-bearing skill of 2026”.

Trilha 6 — Spec-Driven Development (12 notas)

“Specs como contrato executável — resposta da indústria ao tech debt do vibe coding.”

O problema do vibe coding (Veracode 45%), pipeline (Specify → Plan → Tasks → Implement → Validate), ferramentas (Kiro, Spec Kit, OpenSpec, Tessl), prática (multi-agent CIV, integração, roadmap, debates).

Quando ler: após Trilha 5. Spec é a camada superior do contexto.

Trilha 7 — Segurança e Guardrails (12 notas)

“Código gerado por IA é untrusted por padrão. Defesa em profundidade não é opcional.”

O problema (45% Veracode, slopsquat, alucinações), defesa (pirâmide de validação, SAST/SCA, sandboxing, prompting), processo (review, testes imutáveis, métricas), compliance (EU AI Act 2 ago 2026, GDPR, roadmap).

Quando ler: antes de levar AI agents para produção. Não depois.

Trilhas especializadas (paralelas)

Trilha 8 — Memória de Agentes (24 notas)

“Como agentes lembram entre sessões — taxonomia, players, e guia de implementação.”

Fundamentos, taxonomia (episódica/semântica/procedural), RAG vs memória, panorama (Letta, Mem0, Zep, MemPalace, A-MEM), implementações (Karpathy gist, basic-memory MCP, Generative Agents Stanford), surveys 2026, críticas, guia.

Quando ler: complementa Trilha 5. Específico para agentes com estado persistente.

Trilha 9 — RAG e Vector Databases (13 notas)

“Quase toda aplicação séria com LLM em 2026 tem RAG no caminho.”

O que é RAG e quando usar, anatomia do pipeline, embeddings, chunking (50% da qualidade), vector databases (pgvector/Pinecone/Qdrant), retrieval (hybrid + BM25 + query rewriting), reranking, generation com citação, evaluation (Ragas), RAG vs long context vs fine-tuning, padrões avançados (Graph RAG, Agentic RAG), setup completo.

Quando ler: quando precisa que LLM use conhecimento específico que não cabe no prompt.

Trilha 10 — MCP (10 notas)

“USB-C para agents de IA.”

O que é MCP, primitivos (Tools/Resources/Prompts), arquitetura cliente-servidor, servers oficiais, construindo MCP server local, MCP remoto (HTTP+SSE), segurança, ecossistema 2026, casos comuns, setup + best practices.

Quando ler: depois da Trilha 2. Crucial para integrar agents com sistemas externos de forma padronizada.

Sendas transversais

Caminhos especializados pelos módulos, calibrados por papel/objetivo. Cada senda é uma fração da formação completa, suficiente para o foco específico.

🛠️ Senda do Praticante (15-20h)

“Sou IC, programo todo dia, quero usar IA com qualidade hoje.”

Trilha 1: 01-03 (LLM, tokens, janela)
Trilha 2: 01-02 (agent, loop ReAct)
Trilha 3: 04-05 (Cursor, Claude Code), 16 (loop agentic)
Trilha 4: 01, 05 (problema, caching), 13 (respostas concisas), 18 (playbook)
Trilha 5: 11 (skills/AGENTS.md), 14 (setup completo), 15-16 (prompting + skills)

Saída: Cursor/Claude Code com disciplina, AGENTS.md configurado, custo controlado.

🏛️ Senda do Arquiteto (30-40h)

“Sou tech lead / staff. Preciso desenhar sistemas com IA.”

Trilha 1: 03-04, 07, 09 (janela, atenção, MoE, APIs)
Trilha 2: 04-06 (memory, planning, multi-agent)
Trilha 5: 04-06, 13 (pipelines, camadas, JIT, entropia)
Trilha 4: 09-11 (routing, sub-agents, semantic cache)
Trilha 9: 02, 06-07, 11 (anatomia, retrieval, rerank, padrões avançados)
Trilha 10: 03, 06 (arquitetura, HTTP+SSE)
Trilha 6: 02, 04-07 (SDD pipeline)
Trilha 7: 04-06 (pirâmide, SAST, sandbox)
Trilha 8: 06, 08, 22 (LLM Wiki, arquitetura, guia)

Saída: capaz de projetar pipeline de contexto, escolher arquitetura de memória, especificar guardrails, decompor sistemas complexos com agentes.

👔 Senda do Líder Técnico (20-25h)

“Sou eng manager. Preciso decidir adoção, métricas e governança.”

Trilha 1: 05, 10, 15 (panorama, pricing, futuro)
Trilha 2: 01, 08-09 (definição, patterns, evaluation)
Trilha 3: 01-03, 18 (autocomplete→agentes, vibe vs disciplina, comprehension gate, benchmarks)
Trilha 4: 04, 17-19 (monitoramento, ROI, playbook, planos)
Trilha 7: 08, 10-12 (code review, métricas, compliance, roadmap)
Trilha 6: 03, 12 (níveis de rigor, debates honestos)

Saída: capaz de avaliar custo/benefício, definir métricas, decidir nível de rigor SDD, planejar adoção de 12 semanas, defender investimento para stakeholders.

🌐 Senda Open Source / Soberania (18-25h)

“Quero independência de provider, modelos abertos, stack auto-hospedado.”

Trilha 1: 06, 08 (modelos chineses, modelos locais)
Trilha 2: 07 (frameworks 2026)
Trilha 3: 09-13, 15 (Aider, OpenCode, modelos chineses, MCP)
Trilha 4: 09, 11 (model routing, semantic caching)
Trilha 9: 05 (pgvector, Qdrant self-hosted)
Trilha 10: 04-06 (servers oficiais, construir local, HTTP+SSE)
Trilha 8: 09-12 (panorama, Wendel gist, graphify, basic-memory MCP)

Saída: stack 100% open source, DeepSeek/Qwen/GLM, MCP integrations, memória local.

Como começar — heurística rápida

graph TD
    A["Sou novo em IA"] --> B["Comece com<br/>Anatomia dos LLMs"]
    C["Já uso ChatGPT/Claude"] --> D["Vá para<br/>Agentes de Codificação"]
    E["Estou queimando dinheiro<br/>em LLMs"] --> F["Economia de Tokens"]
    G["Time virou<br/>vibe-coding"] --> H["Spec-Driven Development"]
    I["Preciso de auditoria<br/>de segurança"] --> J["Segurança e Guardrails"]
    K["Vou construir RAG"] --> L["RAG e Vector Databases"]
    M["Vou expor API como tool"] --> N["MCP"]
    O["Quero programa estruturado"] --> P["Senda do Praticante<br/>(acima)"]

Como medir progresso

MarcoSinal
InicianteAcabou Trilha 1
PraticanteAcabou Senda do Praticante completa
Engenheiro de IAAcabou Trilhas 1-5
Arquiteto de IAAcabou Senda do Arquiteto
Líder TécnicoAcabou Senda do Líder Técnico
MestreAcabou as 10 trilhas

Marcos são pessoais, não diplomas. Aplicar > acumular leitura.

Áreas de aplicação em software

ÁreaO que IA resolveTrilha relevante
Code assistantsCompletions, refactor, code review, gerar testesAgentes de Codificação
Chatbots e suporteAtender cliente, responder FAQ, triar ticketsRAG e Vector Databases + Anatomia de Agents
Search e knowledgeBusca semântica, QA sobre documentosRAG e Vector Databases
Content generationTexto, tradução, sumarização, emailsAnatomia dos LLMs
ClassificationTriar tickets, detectar sentimento, moderar17 - Evaluation de LLMs em produção
ExtractionParsear PDF, faturas em JSON16 - Agent skills marketplace e SKILL.md
Agents automationWorkflows multi-step, integrações, pesquisaAnatomia de Agents + MCP
PersonalizationRecomendações, ranking, feed03 - Embeddings — representação semântica
Voice e multimodalTranscrição, TTS, análise de imagem05 - Panorama de modelos 2026

Armadilhas comuns

Os 8 erros recorrentes

  1. Tratar LLM como função determinística — temperature 0 + structured outputs + validação são obrigatórios
  2. Context window infinito resolve tudo — context rot real, custo + latência crescem; RAG-filtered 8K bate dump de 1M
  3. Confiar em output sem validar — sandbox em código gerado, citar fonte em fatos
  4. Prompt que funciona em 3 testes — golden set de 30-100 ou superstição
  5. Fine-tuning como primeira solução — ordem é prompting → few-shot → RAG → structured outputs → fine-tune (último recurso)
  6. Ignorar custo — tiering de modelos, prompt caching, observability, max_steps
  7. Prompt injection ignorado — separar system de user, sanitize externo, OWASP Top 10 LLMs
  8. Esquecer determinismo onde importa — testes com fixtures + evaluation semântica

Detalhes em 01 - O problema do vibe coding em produção e Segurança e Guardrails.

Glossário cross-trilha

Termos que aparecem em múltiplas trilhas — onde estão os “dives” definitivos:

TermoOnde está o diveAparece em
Token / tokenization02 - Tokens e tokenizaçãoTodas
Context window03 - A janela de contextoTrilhas 4, 5, 7
Prompt caching05 - Prompt caching na práticaTrilhas 5, 6, 8
Context rot03 - Context rot e atenção diluídaTrilhas 4, 6, 8, 9
AGENTS.md / CLAUDE.md11 - Skills e instructions como contextoTrilhas 3, 6, 7
MCP01 - O que é MCP e por que importaTrilhas 2, 5, 8, 9
Multi-agent / CIV09 - SDD com agentes — coordinator, implementor, validatorTrilhas 2, 3, 5
Sandbox / least privilege06 - Permissões e sandboxingTrilhas 2, 3, 5, 7
Spec-as-source03 - Níveis de rigor — spec-first, spec-anchored, spec-as-sourceTrilhas 5, 7
Vibe coding01 - O problema do vibe coding em produçãoTrilhas 3, 7
Letta / MemGPT14 - Letta (ex-MemGPT)Trilhas 2, 5, 8
Self-editing memory08 - Memória agentica — self-editing memoryTrilha 8
Embeddings03 - Embeddings — representação semânticaTrilhas 5, 8, 9
Chunking04 - Chunking — onde 50% da qualidade viveTrilha 9
Hybrid search06 - Retrieval — hybrid search, BM25, query rewritingTrilha 9
Vectorless RAG / PageIndex13 - PageIndex — RAG vectorless por árvore de documentosTrilhas 8, 9
MCP primitivos02 - Os três primitivos — Tools, Resources, PromptsTrilha 10
SKILL.md16 - Agent skills marketplace e SKILL.mdTrilhas 3, 5
Slopsquatting02 - Slopsquatting — o ataque via alucinaçãoTrilhas 7, 10
RLHF / Constitutional AI16 - Como LLMs são treinados — pretraining, SFT, RLHFTrilha 1

Bibliografia mestra

Fontes que aparecem em ≥2 trilhas — biblioteca essencial:

  • Anthropic — Effective context engineering for AI agents (Trilhas 2, 3, 5, 6, 9)
  • Anthropic — Best Practices for Claude Code (Trilhas 3, 5, 7)
  • Anthropic — Building Effective Agents (Trilhas 2, 3, 4)
  • Anthropic — Contextual Retrieval (Trilhas 5, 9)
  • Anthropic — MCP announcement + spec (Trilha 10)
  • Karpathy — Vibe coding (Trilhas 3, 6)
  • Karpathy — Context engineering tweet (Trilha 5)
  • Veracode — 2025 GenAI Code Security Report (Trilhas 6, 7)
  • Chroma Research — Context Rot (Trilhas 4, 5)
  • Liu et al. — Lost in the Middle (TACL 2024) (Trilhas 5, 9)
  • GitHub Spec Kit (github/spec-kit) (Trilha 6)
  • AGENTS.md spec (Linux Foundation) (Trilhas 3, 5, 6, 7)
  • Letta — Memory Blocks (Trilhas 5, 8)
  • Lewis et al. — RAG paper original (2020) (Trilha 9)
  • Wei et al. — Chain-of-Thought (Trilha 5)
  • Yao et al. — ReAct (Trilha 2)
  • Schick et al. — Toolformer (Trilha 2)
  • Packer et al. — MemGPT (arxiv:2310.08560) (Trilhas 5, 8)
  • DeepLearning.AI / Andrew Ng — SDD course (Trilha 6)
  • Awesome MCP Servers (Trilha 10)
  • OWASP Top 10 for LLMs (Trilhas 7, 10)
  • Eugene Yan — Patterns for LLM Systems (Trilhas 1, 5, 9)
  • Chip Huyen — AI Engineering (Trilhas 1, 9)
  • Salesforce Ben — 2026 Year of Tech Debt (Trilhas 6, 7)
  • EU AI Act regulatory framework (Trilha 7)

Ferramentas

Ferramentas de IA — catálogo de ferramentas com comparativos detalhados:

O Lado Sombrio da IA

O Lado Sombrio da IA — galho crítico, fora das 10 trilhas, que cataloga os custos humanos, cognitivos e sociais da IA: o que ela cobra além do que aparece nas métricas de velocidade. Complementa a formação (que ensina a usar IA) e se distingue de Segurança e Guardrails (risco técnico) por focar no impacto humano e sistêmico.

How to explain in English

Short pitch (30s)

“For a senior fullstack role in 2026, AI is core toolkit, not specialty. Three layers: coding agents like Claude Code, Copilot, Codex for productivity; LLM APIs (Claude, OpenAI, Gemini) integrated into product features; and operational discipline — cost, latency, evaluation, safety — needed to run AI in production. The bar for senior is treating LLMs as stochastic dependencies with untyped outputs: structured outputs, validation, retries, fallbacks, and golden sets are not optional.”

Phrases to use in interviews

  • “LLMs are stochastic functions with untyped outputs — treat them accordingly.”
  • “Prompting is necessary but not sufficient; evaluation is what makes LLM features production-ready.”
  • “RAG before fine-tuning, almost always.”
  • “The bottleneck isn’t the model anymore — it’s context engineering.”
  • “Non-determinism is the new concurrency: a cross-cutting concern you have to design for.”
  • “Workflows when you can, agents when you must.”
  • “A tool without a clear description is worse than no tool at all.”
  • “Code generated by AI is untrusted by default. Defense in depth is non-negotiable.”

Vocabulário-chave

PT-BREN
inteligência artificialartificial intelligence (AI)
aprendizado de máquinamachine learning (ML)
aprendizado profundodeep learning (DL)
IA generativagenerative AI (GenAI)
modelo de linguagem grandelarge language model (LLM)
janela de contextocontext window
ajuste finofine-tuning
geração aumentada por recuperaçãoretrieval-augmented generation (RAG)
engenharia de contextocontext engineering
alucinaçãohallucination
representação vetorialembedding
chamada de ferramentatool use / function calling
saída estruturadastructured output
tiering de modelosmodel tiering
injeção de promptprompt injection
conjunto douradogolden set
rastreamentotracing
observabilidadeobservability

Deep dives — papers e marcos históricos

Não precisa ler todos em profundidade. Precisa saber o que são, por que importam, e o que destravaram.

Os fundamentais

  • Attention is All You Need (Vaswani et al., 2017) — Transformer. arxiv · Illustrated
  • Language Models are Few-Shot Learners (Brown et al., 2020) — GPT-3, in-context learning. arxiv
  • Training LMs to Follow Instructions (Ouyang et al., 2022) — InstructGPT, RLHF. arxiv
  • Chain-of-Thought Prompting (Wei et al., 2022). arxiv
  • Scaling Laws / Chinchilla (Hoffmann et al., 2022). arxiv
  • Constitutional AI (Bai et al., 2022, Anthropic). arxiv

Agents e Tool Use

  • Toolformer (Schick et al., 2023). arxiv
  • ReAct (Yao et al., 2022). arxiv
  • Building Effective Agents (Anthropic, 2024). Blog

RAG e Memory

  • RAG paper original (Lewis et al., 2020). arxiv
  • MemGPT (Packer et al., 2023). arxiv
  • Lost in the Middle (Liu et al., 2023). arxiv

Práticos recentes (2024-2026)

  • Contextual Retrieval (Anthropic, 2024). Blog
  • The Prompt Report (Schulhoff et al., 2024) — survey de 58 técnicas. arxiv
  • Context Rot (Chroma Research, 2025).
  • GraphRAG (Edge et al., Microsoft, 2024).
  • VeriMAP (EACL 2026) — multi-agent SDD peer-reviewed.

Recursos curados

Livros

  • AI Engineering — Chip Huyen (2025)
  • Hands-On Large Language Models — Jay Alammar, Maarten Grootendorst
  • Designing Machine Learning Systems — Chip Huyen
  • Building LLMs for Production — Bouchard, Peters

Cursos

Blogs e newsletters

Práticas

Manutenção desta formação

Esta formação reflete o estado de maio de 2026. Áreas que mudam mais rápido:

ÁreaCadência de revisão
Pricing de modelosTrimestral
Ferramentas SAST/SCATrimestral
Compliance (EU AI Act)Anual
Modelos de fronteiraTrimestral
Pesquisa em context rot / memóriaSemestral
Padrões SDDSemestral
MCP ecosystemTrimestral

Notas com mais “shelf life” — fundamentos teóricos, princípios de defesa em profundidade, taxonomia de memória — duram anos.

Veja também

Estatísticas

TABLE
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FROM "03-Dominios/IA"
WHERE type != "moc"
GROUP BY file.folder
SORT file.folder

Encerramento

“Engenheiros que dominam essas 10 trilhas não usam IA — eles engenheiram com IA. A diferença entre os dois define quem tem tech debt em 18 meses e quem tem produto em produção.”